Autoaceitação: como aceitar as próprias vulnerabilidades?

Oquão vulnerável podemos ser diante de uma sociedade e dos padrões que ela nos impõe? Trabalhar a autoaceitação é fundamental para lidar com as situações cotidianas que colaboram para a baixa autoestima.
Esse é um processo complexo, prolongado, que costuma causar dores e sentimentos controversos até se transformar em uma certeza absoluta de autenticidade e amor-próprio — alcançar esse patamar ajuda a ressignificar a existência.
Este post está repleto de reflexões sobre a autoaceitação e a transmutação do medo em segurança, da inquietude em calmaria e dos questionamentos em respostas concretas. Ao final, você se sentirá pronta para se conectar à própria essência!

O que é autoaceitação?

A ditadura da beleza pode ser imposta pela mídia e por aqueles que acreditam que a perfeição habita em um corpo esbelto e padronizado, mas é na segurança e capacidade de lidar com as imperfeições sem mergulhar em um abismo de auto piedade que identificamos o primeiro passo da autoaceitação. 
Encontrar verdade na expressão “mulher bonita é mulher segura” é um desafio grande para quem tem dificuldades de se olhar no espelho e gostar do que vê. Não estamos falando apenas da imagem física, mas da feliz conexão com a alma que acompanha o corpo refletido.
Embora a autoaceitação tenha um conceito de amar e aceitar a si mesma, não há uma definição exata, pois diversos são os fatores responsáveis pela maneira como cada um se comporta diante daquilo que causa desconforto e provoca o desejo de mudança.
Para ajudar você a entender melhor o caminho da autoaceitação e como iniciar essa jornada, criamos algumas indagações para servir de base a um mergulho interno de busca, encontro, autoconhecimento e fortalecimento. 

Como a falta de autoaceitação está influenciando a sua vida

Você vive de acordo com suas expectativas, vendo o mundo com os próprios olhos ou se sente neutralizada pela imposição de uma sociedade segregadora? Sofrer as constantes influências externas pode tirar a autonomia e a originalidade do sentir e do pensar.
Se esses aspectos acarretam dificuldades de autoaceitação, é essencial compreender onde nasce a reprovação interna capaz de dar maior ênfase ao que as pessoas dizem e determinam como verdade absoluta em vez daquilo que se acredita.
Ter conceitos sedimentados, valorizando a própria opinião e respeitando a si mesma, assim como as limitações e fraquezas, são passos importantes para começar o processo de autoaceitação.

Como aceitar as próprias vulnerabilidades

Ter vulnerabilidades não chega a ser um problema se você souber aceitar que todo ser humano é falho e propenso a cometer erros sem, contudo, se deter por tempo prolongado na negatividade e no estímulo à culpa e autocrítica.
As crianças são educadas em um sistema de obediência a padrões preestabelecidos, impostos tanto pelos pais quanto pela sociedade. Essa talvez seja uma forma de delimitar e adequar a vida para evitar que os filhos sofram.
Ao longo da existência, esses aspectos vão se desconstruindo e formulando a dificuldade de autoaceitação e desvinculação das crenças limitantes. É o momento de romper barreiras como autopiedade, autocrítica e deixar fluir o melhor, ainda que existam riscos de cometer falhas — elas devem, inclusive, servir de alicerce e aprendizado.

Como superar os padrões sociais e encontrar a sua essência

O equilíbrio entre aquilo que alguém julga certo fazer e o que a sociedade impõe ou estabelece deve ser o principal condutor da forma de pensar e agir diante dos padrões. 
Há uma quebra necessária dos paradigmas que possibilite uma nova identidade para quem está em busca do próprio eu. Mesmo não sendo um rompimento fácil, determinar a beleza pela autoaceitação torna a vida e as atitudes mais seguras.
É um encontro verdadeiro com a própria essência e um despertar dos valores que podem estar apenas adormecidos. Eles dão força e clareza nas decisões, principalmente naquelas que conduzem à autoaceitação e ao autorrespeito.
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